Depoimentos

Eu apoio!

"Todo meu apoio , confiança e certeza que Nísia eh o nome certo para nossa Fiocruz ! "

Maria helena Machado, Pesquisadora titular

"Depois de tantos anos na Fiocruz, este não é meu primeiro voto para presidente, mas será o que certamente me trará mais alegria. Votarei em Nísia Trindade com muito orgulho para a Presidência da Fiocruz, Instituição que tanto amo. Os motivos que me levam a votar em Nísia são inúmeros, entre eles: suas propostas e compromissos de campanha, realistas e bem dimensionados, atingindo os diversos setores da Instituição e alinhados com as necessidades da saúde pública de nosso país; seu preparo demonstrado em mais de 30 anos de Fiocruz e no exercício da Vice-Presidência de Ensino, Informação e Comunicação; sua clareza de ideias; serenidade em ouvir e acolher sugestões; elegância em responder a todas as questões levantadas. Por todas essas razões, creio que a Fiocruz avançará em muito com a eleição de Nísia para a Presidência. "

Déa Villa Verde, Pesquisador em Saúde Pública

"Votar em Nísia é a maneira de expressar que não concordo com as “modinhas” que se espalharam pela campanha. Estou Na Fiocruz a 29 anos e aprendi que a melhor forma de contribuir para a sua Missão Institucional é através da participação e construção coletiva de seus profissionais, sem “achismos” ou formas de depreciação de caráter de seus gestores. No decorrer dos anos, aprendi que o que nos fortalece é sermos diferentes porém convergente em um propósito de melhoria coletiva. Confio na proposta que Nísia apresenta a comunidade da Fiocruz. Confio em seu diálogo franco, em sua forma clara de tratar questões estratégicas sem soluções simplórias como “desconcentração orçamentária”. Voto com convicção. Meu voto é Nísia trindade para presidência da Fundação Oswaldo Cruz. Vem com a gente! Nísia Presidente. "

Charles da Silva Bezerra, Fiocruz/ IOC/ Analista de Gestão em Saúde Pública

"Neste difícil momento do País, como ex-aluno da Fiocruz, não posso me furtar a declarar meu entusiástico apoio à Nísia. Mulher de coragem e iniciativa; trato cordial, firme nos princípios. Competente e dedicada. A vasta experiência adquirida por Nísia ao longo de sua militância na ciência, tecnologia e inovação na saúde será fundamental para conduzir essa valorosa instituição, orgulho nacional de reconhecimento internacional, no rumo mais consequente para a construção coletiva de um Brasil mais fraterno, equânime, justo e solidário. "

Roberto Medrono, Faculdade de Medicina da UFRJ

"Estamos numa instituição de referência no campo da saúde, da ciência e da tecnologia. Uma Instituição que disponibiliza diariamente conhecimento, serviços e bens para o público utilizando todos os recursos que estão ao seu alcance, e não raro, extrapolando os limites desses recursos, dado ao compromisso que assume enquanto uma das instituições públicas mais importantes do mundo. A Fiocruz é dessas instituições que tem a capacidade de criar sua própria realidade e assim o fez desde de sua origem. Sabemos da luta de Oswaldo Cruz para que o Instituto não se restringisse as atividades de produção, mas pudesse se dedicar também ao ensino e a pesquisa. Conhecemos a luta institucional para que as ações de saúde não se restringissem ao Rio de Janeiro - como era o interesse político da época, mas se estendessem às várias regiões do país. Foi criando sua própria realidade que superou seus desafios, e não foram poucos. Superou a morte de seu patrono, apenas 17 anos após sua criação. Sobreviveu a redução drástica de sua receita e perda de quadros profissionais importantes na década de 30 e ao declínio de seu desempenho nas décadas de 40 e 50. Superou a violência da cassação de 10 cientistas no período mais duro do regime militar, na década de 60. Foi criando seu clima interno que saiu fortalecida da mudança radical pela qual passou na década de 70, com a incorporação de estruturas do Ministério da Saúde e a criação das duas unidades de produção que hoje são motivo de orgulho para todos os brasileiros. Em 1980 esteve em posição de destaque nos movimentos pela redemocratização do país e pela afirmação da saúde como um direito de todos e um dever do Estado, articulando suas forças políticas e intelectuais para conformação do Sistema Único de Saúde, onde todos passaram a ter direito ao acesso, independentemente de estar ou não empregado, de ser rico ou pobre, enfim de qualquer pré-condição que mantinha milhares de pessoas apartadas de assistência às suas necessidades de saúde. A Fiocruz passou inteira também pela pressão exercida pelo governo da década de 90, com uma reforma gerencial que objetivava seccionar as instituições públicas, reduzindo as funções do estado no campo dos direitos sociais. A Fiocruz entrou no século XXI com seu projeto institucional consolidado, maduro, mantendo e investindo no sonho de seu patrono, no que diz respeito a diversidade e a expansão de suas ações para todo país. Se colocou perante a sociedade como uma Instituição do Estado, a despeito de que isto não esteja reconhecido em nossos salários ou em nosso orçamento anual. Não importa, sabemos onde estamos, sabemos para quem trabalhamos. Somos uma instituição estratégia para as pessoas que convivem com HIV, para as pessoas que precisam de cuidados especiais e prolongados que não interessam ao sistema privado de saúde, para as pessoas que esperam, no avanço da ciência, a cura para suas dores, para os alunos que desejam se qualificar em uma instituição pública e que desejam atuar em benefício da sociedade, enfim para as pessoas nos buscam diariamente, e que aqui são acolhidas com afeto e profissionalismo. É para essas pessoas que somos estratégicos, porque o estado é feito por essas pessoas e não pelo governante do momento. É feito por todos nós. Nós, o povo, somos o estado. Temos problema institucionais, é claro que temos, mas nada que justifique negar nosso progresso institucional, nada que justifique interromper ou paralisar o que - com tanto esforço, foi colocado em andamento, nada que justifique negar que tudo que está construído até aqui é resultado das decisões de todos nós. A Fiocruz sempre desenhou sua realidade, mas nossos dirigentes não fizeram esse desenho sozinho. De Oswaldo Cruz à Paulo Gadelha, ninguém geriu sozinho. Todos nós somos responsáveis, seja pela ação, seja pela omissão. Temos o privilégio de participar de uma instituição com espaços abertos para o debate, para as reflexões e para críticas que objetivem a melhoria de nosso desempenho, de nossos processos. Precisamos melhorar, todos os dias, todos os momentos, com concentração, dedicação e cumprindo nosso papel perante nossa sociedade tão aviltada. Neste momento, estamos diante de uma decisão política de forte impacto institucional, a partir da escolha entre duas candidatas. Duas damas altamente envolvidas com a Fiocruz, ninguém pode negar isto. Mas são perfis diferentes. Fiz essa narrativa para expor que votarei em Nísia porque vejo em seu perfil uma proposta de continuação dos compromissos assumidos por uma instituição de credibilidade porque vem cumprindo suas pautas há 116 anos, afinal compromisso é compromisso. Mas tendo essa mulher CPF próprio, imprimirá seu estilo, sua razão e sua emoção à esses compromissos. Encontrará, com sabedoria, espaço para imprimir sua própria agenda conforme descreve em sua plataforma. Seu perfil agregador, conciliador e empreendedor contribuirá para esse momento atribulado, para que mais uma vez nossa instituição recrie sua realidade e passe por toda essa crise firme em seus propósitos, responsável e voltada às necessidades da população. "

Nercilene Monteiro, Analista de Gestão em Saúde

"Não dá para negar que este processo eleitoral da Fiocruz é diferente dos anteriores, pois, pela primeira vez, independente do resultado do pleito, a nossa instituição será comandada por uma mulher. Mas o fato de serem duas pesquisadoras com altíssima qualificação profissional, com muitos anos de trabalho dedicados à Fiocruz, e com elevado conceito e reconhecimento nas suas áreas de atuação, não significa que as propostas defendidas por elas sejam semelhantes, nem que ambas estejam igualmente preparadas para ocupar o cargo de primeira Presidenta eleita para comandar uma das mais importantes instituições de pesquisa, ensino e inovação tecnológica do país. À leitura superficial dos dois programas (ou propostas) parece haver convergência de pontos importantes, pois, mesmo apresentadas de formas diferentes, ambas as candidatas exaltam o fortalecimento e defesa do SUS, a promoção da ciência, tecnologia e inovação em benefício da sociedade, a gestão participativa e a valorização dos trabalhadores. No entanto, numa leitura mais atenta, analítica e criteriosa em relação às teses centrais do programa de trabalho defendido pelas proponentes, salta aos olhos as imprecisões de algumas proposições, e até mesmo a ausência de temas importantes para a necessária e permanente construção da Fiocruz, na proposta defendida pela concorrente da Profa Nísia Trindade, e o uso exaustivo e quase obsessivo de clichês, vazios de ideias, inadequados e inaceitáveis para quem se propõe a dirigir uma instituição da seriedade e importância da Fiocruz. Em contraste, em todas as suas manifestações, a Profa Nísia tem reafirmado o intento de continuar a construção de uma Fiocruz mais forte, democrática e comprometida com a vida. Meu voto é Nísia, não apenas porque a conheça e respeite, mas sobretudo pela seu compromisso com a democracia, por sua responsabilidade institucional e coerência de ideias e posições "

Ana Brito, Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães - CpqAM/Fiocruz

"Me chamo Sandro Hilario, analista de gestão em saúde, lotado na Casa de Oswaldo Cruz, e apoio Nísia para a presidência da FIOCRUZ. Acredito que Nísia alie preparo, experiência e boas ideias para conduzir a instituição neste novo cenário politico. Tenho um olhar privilegiado em relação às potencialidades da Nísia por pertencer à unidade em que foi diretora e por secretariar o Programa de Pós Graduação em que está vinculada como docente permanente. Desde que cheguei à FIOCRUZ em 2011 ouvi muito sobre a passagem da Nísia pela direção da COC, sempre com referências positivas. Em 2012, já na Secretaria Acadêmica do PPGHCS, tive a oportunidade de conviver e apreciar seu trabalho como professora e pesquisadora. Aliado a isso, vivenciei todas as suas iniciativas como Vice Presidente de Ensino ao longo dos últimos anos. A FIOCRUZ deve ter orgulho de ter uma pessoa e uma profissional como Nísia a serviço da sua presidência. "

Sandro Hilário, Analista de Gestão - COC

"Bom pessoal!! Na reta final da escolha da pessoa que irá presidir a nossa instituição, da qual tenho imenso orgulho de pertencer. Gostaria de tecer alguns comentários, sou da Direh, no momento atuo na área de aposentadorias e pensões, ao contrário do que estão dizendo por aí, trabalhamos muito em prol dos nossos servidores. Dessa forma, quero expressar meu apoio incondicional a candidata Nísia. #Nisia2017. "

Sergio Reis, Direh/Analista de Gestão

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